Pitacos Fashion

Pitacos sobre moda, arte, cultura e muitas outras coisas. Welcome!

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nov 03

Hoje, a trabalho, fui fazer uma visita à equipe do Pedro Lourenço. Pela fama e competência do cara, eu poderia muito bem esperar que sua equipe fosse daquelas que te tratam como se tivessem uma família real inteira na barriga. Mas não. Posso dizer que foi um dos clientes que eu fui mais bem tratada, em que eu mais me senti bem. Só mais uma prova neste mundo insano que somos todos iguais. E que humildade faz parte do pacote TALENTO!

E aaaah! Eu vi váááários croquis da coleção Inverno 2012 dele. Mas não vou dar spoiler fashion aqui, morram de curiosidade! kkkk O máximo que posso adiantar é que está, obviamente, linda!

Escrito por Dani Argibay em 3 novembro, 2011 | Tags: , , ,

jul 18

Se tem uma coisa que gosto de ver nos blogs é o estilo das celebrities. A questão é que, aqui em Brasília, nossas celebrities são os políticos que por aqui trabalham!

E se tem uma parlamentar de quem eu curto o estilo é a Manuela D’Ávila. Ela consegue imprimir sua imagem doce e marcante, por meio de produções discretas e femininas.

Manu começou sua vida política em 1999, fazendo parte do movimento estudantil. Em 2004, tornou-se a mais jovem vereadora de Porto Alegre e, em 2006, foi eleita a deputada federal mais votada pelo RS. Agora, exerce seu segundo mandato como a deputada federal mais votada do Brasil.

Tive a oportunidade de realizar uma entrevista com ela e falamos sobre moda, estilo, política e comportamento.

PF) Você tem um blog – Bola de Meia Bola de Gude (que, inclusive, “superindico” a leitura), que, como você mesma diz: “é o seu espaço de declarar o amor e a dor, a presença e a ausência.” Como é a sua relação com blogs? Digo: têm aqueles blogs que fazem parte da sua leitura diária? Curte algum blog de moda?

MD) Meu blog é meu espaço pessoal, é onde publico coisas que não são política (embora seja impossível não falar dela sempre!). E tem muito blog bacana por aí. Sempre que posso leio alguns e eles são super aleatórios, cada um de um tema diferente. Sigo alguns perfis relacionados à moda em meu twitter e recebo algumas news também. Curto um blog gaúcho chamado lookmelissa.

PF) Como é a sua relação com a moda? Gosta? Acompanha as semanas de moda?

MD) Gosto bastante de moda! Por estar sempre viajando, acabo acompanhando muito mais por blogs, revistas e programas de TV. E, infelizmente, eu não levo muito jeito para seguir as tendências.

PF) Quanto você acha que sua imagem influencia seu trabalho?

MD) Na política somos muito mais conteúdo do que forma. Mas a imagem também é importante, óbvio. Para mim, a gente tem o estilo daquilo que é. Minha vida corrida, super dinâmica não permite o uso de determinadas peças, por exemplo. Ao mesmo tempo pede o uso de outras. Isso também é ter estilo. Seria ridículo insistir em usar salto – porque dizem estar na moda – se sei que meu dia de trabalho tem 16 horas!

PF) A moda tem recebido grande investimento no Brasil e trazido resultados em diferentes frentes, principalmente a econômica. Que futuro prevê para esse mercado, que está em ascensão?

MD) Acredito muito no talento e na criatividade do brasileiro. Temos estilistas que já são consagrados fora do país e nossa moda, aos poucos, começa a ser reconhecida pelas marcas que nos caracterizam. Mas ainda há muito a ser conquistado. Já deixamos de acreditar que o bom é que vem de fora. Precisamos convencer as pessoas de que a moda não está ligada ao estilismo e envolve uma grande cadeia produtiva que vai desde a criação, passa pela tecelagem, pesquisas, grandes eventos e marketing. São milhões de empregos diretos e indiretos e uma participação significativa no PIB do país (quase 5%).Outro fator importante é que o Brasil está se preparando para o mercado, investindo em formação (são mais de 80 escolas de moda) e capacitação. E já vemos no Congresso representantes do setor trabalhando e buscando envolver o governo no desenvolvimento do setor. O potencial é imenso.

PF) O post de 05.05.2011 do seu blog (leia a íntegra do post aqui) relata que você foi impedida de entrar no Supremo Tribunal Federal – STF, por não estar vestida formalmente. Faltava o blazer, lembrando que você vestia um casaco de mangas compridas e que poderia fazer facilmente as vezes da peça ausente. A que atribui o fato de certas formalidades de indumentária pararem no tempo, em vez de acompanharem sua evolução?

MD) Acho que o Brasil evoluiu em muitos aspectos, mas segue estagnado em outros. É absurdo que a seriedade de alguém seja medida pela roupa que veste. Espero que a gente avance nisso não apenas por esse episódio que aconteceu comigo, mas por tantas mulheres que devem ter sido barradas pelo mesmo motivo. Avançamos em ideias e debates e escorregamos em trajes… Esse não é o país que queremos. E mais, quem disse que o blazer é formal para mulher?!

PF) O que acha da frase: “Ninguém tem uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão”. Concorda? Ou acredita que existe a segunda chance?

MD) Acho que uma boa primeira impressão conta muito! Mas, para isso, ela não pode ser superficial, pois somos um país de muitos preconceitos. E a mulher, principalmente, sofre muito com isso. Por isso digo que a primeira impressão, se for bem embasada, conta muito.


PF) Uma mulher cujo estilo você admira.

MD) Admiro mulheres que sabem ser básicas. A Michele Obama é um bom exemplo disso (e aqui não há nenhum vínculo político).

PF) Qual a peça coringa do seu guarda-roupa? Aquela que você não vive sem…

MDVestidos.

 

PF) Uma fraqueza fashion

MD) Sapatos baixos e esmaltes.

PF) Não sai de casa sem…

MD) Relógio.

Quero agradecer à deputada Manuela por ter sido solícita e à Flávia, assessora de imprensa, que foi uma querida, fazendo a ponte e tornando possível esta entrevista.

beijos,

Lili.

Revisão de texto: Marina Vasconcelos

Contato:marinavasconcelos0@gmail.com

Créditos das fotos: assessoria de imprensa da parlamentar e Google images

Escrito por Lili de Deus em 18 julho, 2011 | Tags: , ,

jan 16

Esta semana, como disse semana passada, rolou o Rio Fashion Week Inverno 2010. E claro que vou falar sobre isso.

E a tecnologia da comunicação mais uma vez mostrou sua força, pois, com esse negócio de Twitter, pude acompanhar, entender e comparar opiniões de forma mais rápida e prática. E, claro, tirar minhas próprias conclusões. Uma delas, que me pareceu muito incomum, é que as coleções que foram apresentadas não combinam com o Rio de Janeiro na prática. Bom, todos nós sabemos que lá é sinônimo de praia, calor e carnaval o ano inteiro. E não só pra nós brasileiros, mas para o mundo. Essa é a característica do Rio, é a sua identidade. Uma vez li num blog: ‘Assim como São Paulo tem um sambódromo para imitar o Rio, o Rio tem uma Fashion Week para imitar São Paulo.‘ Acho que esta última edição deixou isso mais claro, pelo menos pra mim. Até porque, nesta edição, no Rio foram 27 desfiles no total, enquanto em São Paulo serão 38. São Paulo já se estabeleceu no mundo fashion. E lá no Rio realmente não faz inverno para que aquelas coleções sejam usadas na vida real. Aliás, nem aqui em São Paulo tem feito… (aquecimento global, oi!) Acho até que algumas propostas foram bem apropriadas, abusando de curtos, transparências e tecidos leves. É que moda é uma coisa que faz parte do dia-a-dia da gente, afinal precisamos nos vestir. E quem não gosta de ficar bonita(o) e parecer descolada(o), antenada(o)?

Dos profissionais da área que acompanho, alguns eram só elogios. Às  vezes, até pareciam ser simpáticos ou politicamente corretos (para não dizer puxa-sacos. Oops!). Outros já eram mais sinceros, falando que não era adaptável ou que eram cópias de coleções internacionais. Mas o que importa mesmo é avaliar e entender as propostas e recriar essa moda em nosso cotidiano.  Por exemplo: eu adoro cachorro e achei super divertida a proposta da New Order. Mas não conseguiria adaptar seu conceito ao meu guarda-roupa. Já o desfile do Victor Dzenk teve bem o meu jeito, super me identifiquei, a-do-rei! E as coleções da Cantão, Maria Bonita Extra e Cavendish agradaram muito o meu gosto.  E vocês, com o que se identificaram? O que dos looks apresentados gostaria de adaptar ao seu Inverno 2010?

Da mídia, posso dizer que vi muita crítica e comparação. Quem compara, pára. E que atire a primeira pedra quem nunca pediu a Deus pra ter só um pouquinho do talento da Chanel. Em entrevista ao Portal Fashion Forward, o jornalista de moda internacional Godfrey Deeny disse: ‘Sempre existe inspiração. (…) A cópia não importa quando há interpretação. O que considero ruim é quando não há visão nenhuma em cima da inspiração‘. Se estamos nos sentindo inferiores é porque nos fazemos de tal. Um amigo meu cita em seu MSN: ‘A criatividade consiste em ver o que todo mundo vê e pensar o que ninguém pensou‘ (Albert Szent-Györgyi, médico húngaro vencedor do Prêmio Nobel de Medicina de 1937). Pelo menos em termos de Fashion Rio, não duvido que foi dado o máximo de cada designer e suas inspirações. Como já disse acima, a identidade do Rio é bem diferente da de São Paulo. E isso não é crítica, é constatação do fato de que cada lugar tem suas características peculiares que os fazem ter personalidades próprias. Assim como o ser humano que tem sua individualidade. Só que isso acaba nos estimulando a esperar mais do SPFW. Claro que, assim como no Fashion Rio, esperamos que as coleções venham com pensamentos que ninguém pensou. E se não vir, cabe a nós colocarmos nossa cacholinha para trabalhar e expressar nossa personalidade através de nossa indumentária. Ou seja, ver o que todos vêem e pensar do nosso jeito.

Ainda assim, vale lembrar que a palavra tendência voltou a ser tendência. E, segundo o que Glorinha Kalil interpretou do Fashion Rio, pode esperar para ver muito mini, transparências e segunda pele, brilho como o  lurex, saltos e plataformas, ankle boots ou botas de canos longuérrimos e cabeças adornadas. Já as bonitenhas da Oficina de Estilo twittaram que o vocabulário da estação será: ombros destacados, cintura marcada, volume na parte de baixo. Vamos conferir!

E enquanto vocês pensam pra me contar o que mais gostaram do Fashion Rio, deixo aqui para vocês saberem o que eu mais gostei de cada desfile, aquilo que achei adaptável à realidade, mesmo que seja uma peça aqui, outra acolá. Necessariamente nesta ordem:

 

 

Victor Dzenk (08/01/2010)

Maria Bonita Extra (11/01/2010)

Nica Kessler (13/01/2010)

Cavendish (10/01/2010)

Graça Ottoni (10/01/2010)

Filhas da Gaia (10/01/2010) e Andrea Marques( 13/01/2010)

Cantão (09/01/2010)

Têca (12/01/2010)

Mara Mac (10/01/2010)

Juliana Jabour (11/01/2010) e Giulia Borges (08/01/2010)

Walter Rodrigues (09/01/2010) e TNG (11/01/2010)

Patachou (13/01/2010)

Espaço Fashion (12/01/2010)

E esses são aqueles que eu não achei tãããão adaptáveis assim, não necessariamente nesta ordem (com excessão do última…). :P

Claudia Simões (11/01/2010)

New Order (13/01/2010)

Redley (12/01/2010)

R. Groove (12/01/2010)

Melk Z-Da (08/01/2010)

Acquastudio (11/01/2010) e Lucas Nascimento (09/01/2010)

Coven (10/01/2010)

Printing (09/01/2010)

O último e o primeiro: Alessa (13/01/2010) e Aüslander (08/01/2010)

Agora, criar fôlego para acompanhar a SPFW! Ser peona não é bolinho!!

As fotos foram retiradas do GNT Estilo.
Escrito por Dani Argibay em 16 janeiro, 2010 | Tags: , , , ,

jan 09

Estreando 2010 aqui no Pitacos! E o ano começa cedo no mundo fashion, pelo menos aqui no Brasil. Afinal, ontem, 08/01/10, já começou o Rio Fashion Week Inverno 2010, e dia 17/01/10 inicia o SPFW Inverno 2010. Que Carnaval que nada! E eu gosto muito assim!

E eu quero contar aqui como assisti o primeiro desfile da minha vida. Quer dizer, não foi exatamente o primeiro, pois eu já havia participado de um, aqui onde moro, para a modista que fez o meu vestido de formatura. Como modelo, acredita? Pois eu não! Hihihiiiii! Mas vou contar sobre o que foi o primeiro (e, até agora, só o único) pra valer mesmo, da SPFW.

Convidei minha amiga Candy (aquela ‘madrinha de blog’ desnaturada que até hoje não veio me visitar aqui :P) para ir comigo assistir à uma palestra sobre moda e arte que aconteceu no MAM, num domingo de manhã. Madruguei, viajei até à casa dela, de lá fomos ao Parque do Ibirapuera e eu fiquei me sentindo uma E.T. mal vestida perto daquelas patricinhas fashion que escondiam a cara de balada embaixo da maquiagem, mas faziam questão de ter um letreiro verbal para divulgar tal super acontecimento. Bom, meu objetivo lá era outro. Toquei o foda-se e bora pra palestra que, entre fatos e boatos, teve boatos nada a ver e fatos muito interessantes. Um pouco mais de uma hora e a palestra findou-se. Minha amiga e eu visitamos uma pequena exposição que tinha na sala ao lado e resolvemos ir embora, já com fome.

Ao sairmos do MAM, maior burburinho sob a marquise do parque. Ouve não sei quê aqui, vê um movimento ali – ‘Candy, vai ter desfile aqui!‘. Resolvemos esperar. E como esperamos! Claro que, maltrapilho como eu estava, nem quis tentar descolar de última hora um convitenho para sentar-me como convidada do desfile. (Aliás, nem sei como fazer isso… Alguém me ensina?! :D) Mas logo consegui colar minha barriga na grade de proteção e lá quase me fundi à ela. Dali dava até para ver um pedacinho do backstage. Mas, que desfile seria? Sem parecer muito tchonga (afinal o que eu estava fazendo lá?), comecei a observar e tricotar baixinho com minha amiga. (…) Aaaaaaaaaaaaah, tá! Neon, do Dudu Bertholini e Rita Comparato! Já havia visto coisas sobre eles, afinal eles estão lá no ‘Brazil’s Next Top Model‘, mas nunca me interessei a fundo. Ai, acontecesse uma ‘surpresa’ dessas e a gente percebe como somos apenas uma formiguinha besta num mundo tão gigante e como ainda temos tanto para aprender e caminhar.

Dudu Bertholini e Rita Comparato ao final da apresentação do desfile da Neon no SPFW Verão 2010.

Os dois bunitenhos foram amigos de faculdade. Depois, Dudu foi trabalhar como stylist e Rita como modelista. A convite do fotógrafo J.R. Duran, Dudu assinou um editorial de moda e convidou Rita para criar dois maiôs exclusivos. Animados com o resultado, decidiram fazer mais. Com isso, trabalharam em parceria para várias marcas, como a Cori, até que veio o projeto que se tornou a Neon, uma marca de roupas brasileiras que mistura moda urbana à moda praia e tem como características fortes: espírito luminoso, elegância, alegria, silhuetas marcantes, estamparia exclusiva, pegadas étnicas, volume, cores fortes, muitas vezes fluorescentes. E esse desfile foi contagiante…

Ao ritmo da balada tema de 007, as Bond Girls (ou modelos, se assim preferir), desfilaram numa bela tarde de verão (no inverno paulista) com modelitos pálidos, fluo, estampados, plissados, fluidos, acompanhados de acessórios arrasadoramente alegres, às vezes gigantes. Olha só:

Looks da Neon para SPFW Verão 2010

Essa coisa da moda de, às vezes, brincar de faz-de-conta e se carregar de arte é tão emocionante! Agora, arrasador mesmo foi isso aqui, gente!

Arrancou aplausos e gritinhos da platéia, alavancado por Marco Antônio de Biaggi, o hairstylist das queridinhas celebs. Foi unbelievable! Senti uma quase-surrealidade de estar presente num desfile que teve um dos fatos mais marcantes, popular, ousado e agitado da SPFW Verão 2010. Só perdeu mesmo para Gisele Bündchen que, apesar de estonteante sim, todo ano faz a mesma coisa e é sempre a mais popular de todas as notícias da SPFW. Ainda mais nessa temporada em específico, com os rumores de sua gravidez. By the way, essa criança vai ser estupidamente linda com o DNA que Deus lhe deu, hein! Que Ele abençoe!

Quase desmaiando de fome, não queria sair de lá, mesmo depois do desfile ter terminado. Parecia que eu caminhava sobre as nuvens! Fiquei até um pouco quieta, assimilando tudo aquilo… O engraçado mesmo foi minha amiga perguntar que desfile era aquele, pois ela não fazia idéia que estava rolando SPFW, muito menos ali no Ibirapuera. E isso, já saindo do parque, hahaha! Então, fui ensinar um pouco de moda à essa minha amiga. Re-a-li-za-da!!

Escrito por Dani Argibay em 9 janeiro, 2010 | Tags: , , , , ,

nov 21
Gente, essa semana foi meu aniversário. Mais exatamente, ontem, dia 20/11. Eu sempre fui apaixonada pela data do meu aniversário. Mas nos últimos 3 anos tem sido um porre por causa desse feriado besta que inventaram, o Dia da Consciência Negra. Um verdadeiro ode ao racismo, vamos combinar. Afinal, também existe o Dia do Imigrante (25/06) e nem por isso é feriado. E olha que muitos deles, como os portugueses, espanhóis, italianos e uns tantos outros, também fazem parte da nossa história. Se duvidar, até mais que os negros. Caso contrário, em vez de sermos um país em desenvolvimento e de grande destaque mundial, ainda poderíamos ser índios com uma história estagnada. E eu não poderia vir aqui tentar falar de moda. Mas é melhor não aprofundar no mérito da questão, até porque esse assunto envolveria questões políticas e eu acabaria falando de toda minha revolta e indignação contra esse governinho petista. Além de não adiantar nada, esse não é o objetivo aqui.
E vocês devem estar fazendo a mesma pergunta que eu me fiz ao terminar de escrever este primeiro parágrafo: ‘E o que isso tudo tem a ver com moda?‘. Resposta: incentivo. Vocês já pararam para pensar no conceito de moda no Brasil? Quem lança tendências aqui nessas terras tropicais? Resposta: nossa adorááda Rede Globo. E eu poderia destacá-la em itálico ou negrito, mas melhor deixar assim mesmo. Esse foi até tema de uma discussão em sala de aula, no curso de História da Moda. Pronto, acabei caindo em política de novo, porém por um outro ângulo…
Se eu pedir para você me citar 3 nomes de designers brasileiros, os dois primeiros até poderão vir rápido. Mas certeza que você parará para pensar no terceiro. Sabe por quê? Porque quem dita moda no Brasil é a novelenha das 8, bem! Ou vai me dizer que você nunca se pegou falando ‘are-baba!‘ ou admirando um lencinho indiano?!? Ah, vá! E nossos talentosos designers, onde ficam?
Sim, a moda no Brasil está em constante crescimento. Graças ao SPFW e outros grandes eventos relacionados. E seria bom que o governo disponibilizasse mais atenção e incentivo para esse mercado um tanto quanto promissor. E a outros tantos eventos que auxiliam no pensamento da evolução pessoal. Ah, não… É melhor investir no Bolsa Cinema. Assim, eles garantem salas lotadas para que toda população brasileira se comova com ‘Lula, Filho do Brasil‘, a humilde história de nosso querido presidente (auto)mutilado. – Ooops! Acho que exagerei aqui… – E o povão acha o presidente legal, afinal de contas o negócio é emendar o feriadão e correr para praia! Ou seja, continuam comprando modinha Globo e caminhando com cabrestos. Afinal, tudo acaba em pizza, mesmo!
Por outro lado, talvez até seja melhor deixar esse mercado quieto assim mesmo, para não aumentar a concorrência e priorizar a qualidade.
Enfim, eu quero evoluir e ter pensamentos próprios, além de plantar sementinhas assim para quem lê. Por isso que me dei de presente de aniversário este blog. E que fique claro que não me acho dona da verdade. Estou em processo de evolução.
Escrito por Dani Argibay em 21 novembro, 2009 | Tags: , ,